Conhecer o que você gosta também faz parte do tratamento
Na psiquiatria, entender quem é o paciente vai muito além dos sintomas. Os jogos que a pessoa joga, os livros que lê, a música que escuta e os filmes que escolhe dizem muito sobre sua história, sua sensibilidade e seu momento de vida. Tudo isso é extremamente valioso na anamnese e no cuidado clínico.
Gosto muito de conversar sobre esses temas porque acredito que eles revelam aspectos profundos da personalidade, das emoções, dos valores e da forma como cada pessoa se relaciona com o mundo. Falar sobre videogames, séries, livros, música ou hobbies não é perda de tempo — é uma forma potente de compreender o paciente de maneira mais completa.
Tenho prazer em conversar sobre praticamente tudo: história, filosofia, espiritualidade, música pop, música clássica, poesia, literatura, cinema, esportes e cultura em geral. Posso falar de Taylor Swift a Beethoven, de Lana Del Rey a Fernando Pessoa, com o mesmo interesse e curiosidade genuína. Gosto de filosofia, de refletir sobre espiritualidade, de discutir o sentido da vida e de ajudar pessoas a pensarem em seus projetos de vida, escolhas e caminhos possíveis.
Sou atleticano, gosto de literatura, de poesia, de boas conversas e de escutar com atenção. Mais do que falar, gosto de ouvir — ouvir de verdade. Acredito que conhecer profundamente quem está à minha frente é essencial para um cuidado psiquiátrico sério, humano e eficaz.
Meu consultório é um espaço aberto para falar sobre tudo aquilo que faz você ser quem você é. Quanto mais eu conheço o paciente — seus gostos, referências, sonhos e inquietações — melhor consigo cuidar.
Aqui, você não é apenas um diagnóstico. Você é uma história inteira, e eu tenho prazer em conhecê-la.